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Luanda conta com quatro novos postos de vacinação contra a covid-19

O Ministério da Saúde decidiu criar quatro novos postos de vacinação na capital. O anúncio da tutela surge depois de nos últimos dias a procura pelos postos de vacinação contra a covid-19 na capital ter duplicado e de se terem registado enchentes e filas quase infindáveis.

: Lusa
Lusa  

Em comunicado disponibilizado no seu Facebook, o Minsa indica que, no âmbito da campanha de vacinação contra a covid-19, decidiu criar quatro novos postos de vacinação de alto rendimento, que entram em funcionamento a partir desta Quarta-feira.

Aos postos anteriores juntam-se assim os postos do Campus Universitário da Universidade Agostinho Neto, da Faculdade de Engenharia Pavilhão de Arquitectura da UAN, do Terminal do Porto de Luanda e da Escola Nacional de Saúde.

De acordo com a nota, o atendimento nestes centros vai decorrer entre as 08h00 e as 17h00, "mediante a apresentação da ficha de cadastramento impressa".

"Reiteramos que as vacinas são gratuiras, seguras e salvam vidas", completa a nota.

Procura duplica e filas tornam-se intermináveis

O anúncio da tutela surge dias depois de a procura pelos postos de vacinação contra a covid-19 em Luanda ter duplicado, sobretudo com os jovens a preencherem as filas quase intermináveis, maioritariamente em busca da primeira dose, quando as autoridades asseguraram reservas para responder à procura.

Enchentes e filas quase infindáveis à entrada dos postos de vacinação na capital e no interior destes, era o cenário registado na passada Sexta-feira nos postos do Magistério Mutu-ya-Kevela e da Cidadela Desportiva em Luanda, preenchidos desde as primeiras horas.

O aumento de novas infecções e de mortes associadas à covid-19 no país e a obrigatoriedade do certificado de vacinas, já a partir de 15 de Outubro, sobretudo em locais públicos e/ou fechados, concorrem para a grande adesão de cidadãos aos postos de vacinação.

Medidas mais restritivas para conter a propagação da covid-19 em Angola foram determinadas pelas autoridades, cujo novo decreto sobre a situação de calamidade pública começou na Sexta-feira, 1 de Outubro.

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