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Privatização de indústrias na ZEE rendeu 24 mil milhões aos cofres do Estado

Num concurso público que envolveu a participação de três dezenas de empresas, foram privatizadas 13 unidades industriais localizadas na Zona Económica Especial (ZEE), em Viana. O país arrecadou – por via da adjudicação de contractos – um valor que ronda os 24 mil milhões de kwanzas.

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Os números foram avançados pelo coordenador para a área técnica do Programa de Privatizações, Osvaldo João, após uma reunião da Comissão Interministerial. O responsável avançou que seis do total das 13 unidades industriais já foram efectivamente adjudicadas, seguindo-se mais cinco nos próximos dias.

A comissão terá sido ainda informada acerca dos resultados do concurso público referente à atribuição do direito de exploração e gestão de três unidades têxteis localizadas nas províncias de Benguela, Luanda e Cuanza Norte.

A adjudicação, no valor de 264 mil milhões de kwanzas, inclui o pagamento de rendas anuais fixas ou variáveis em função das receitas, e o exercício do direito de compra, refere a Angop.

A África Têxtil (Benguela) e a Comandante Bula (Cuanza Norte) foram ambas adjudicadas à empresa Baobab Coton Group, enquanto que a Textang II (Luanda) foi adjudicada ao grupo IEP.

No que diz respeito ao processo de privatização da Sonangol, sabe-se que foram lançados 25 concursos públicos, tendo já dois sido adjudicados e gerado uma receita superior a 20 milhões de dólares.

Foi ainda submetido para aprovação da comissão um plano sobre os próximos processos de privatizações.

A comissão apreciou também as propostas de estratégias para alienação, através da Bolsa de Valores de Angola, das participações do Estado na Mota Engil, Multitel, TV Cabo e Sonangalp.

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