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Porto de Caio permitirá exploração de mais de 800 mil toneladas de fosfato de rocha por ano

O Porto de Caio, empresa que lidera o desenvolvimento do novo porto de águas profundas de Angola, anunciou hoje a assinatura de uma carta de intenção com a Minbos Resources Limited, uma empresa de exploração e desenvolvimento, orientada para a extracção de minério de fosfato na província de Cabinda.

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As previsões apontam para que o Porto de Caio esteja operacional no terceiro trimestre de 2017, sendo que o projecto é ideal para o mercado de fosfato de rocha por via marítima, afirma um comunicado remetido ao VerAngola.

Os parâmetros do acordo dos serviços do porto definem a exploração num prazo de um mínimo de 10 anos com a possibilidade de ser alargado por mais 10 anos após o seu termo, uma capacidade de ancoradouro para aproximadamente 26 embarcações por ano, espaço no cais para armazenamento e acomodação de equipamentos necessários, além da alocação de cinco hectares de espaço de trabalho na área industrial do Port de Caio.

“A assinatura deste acordo e o consequente seguimento dos trabalhos é um marco significativo no cronograma deste projecto crucial”, comenta Brian Fuggle, PCA do Porto de Caio. “Além disso, é de salientar, não apenas como o Porto irá apoiar os sectores de petróleo e gás em expansão em Angola, mas também o incentivo ao crescimento e desenvolvimento das empresas", acrescenta o responsável.

Desde que lhe foi atribuída a concessão em Agosto de 2012, o Porto de Caio tem realizado marcos significativos, incluindo o lançamento do estaleiro inicial do porto, além do início dos trabalhos da primeira fase de construção no início de Junho de 2015.