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João Lourenço debate livre comércio em África no Palácio Presidencial

O Presidente da República, João Lourenço, recebeu esta Segunda-feira em audiência, no Palácio Presidencial, o Secretário-Geral da Zona de Comércio Livre Continental Africana, Wamkele Mene.

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O Presidente mostrou-se disponível para apoiar o desenvolvimento da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA), que enfrenta agora os desafios da criação de infra-estruturas alfandegárias para facilitar as trocas comerciais e investimentos.

A informação foi avançada pelo secretário-geral da ZCLCA, Wamkele Mene, no final da audiência concedida pelo chefe de Estado.

Segundo Wamkele Mene, a ZCLCA é já uma realidade, que conta com a assinatura e ratificação de 39 países, do acordo para a criação desta zona.

"Quer dizer que estes 39 países se comprometeram a remover as barreiras comerciais e também criar a integração africana, através do comércio e investimento. Certamente, em breve, começaremos a ver um novo padrão comercial", referiu o responsável.

Wamkele Mene disse que este novo padrão comercial vai alavancar as economias do continente, mas como todas as organizações há sempre desafios iniciais, que tem a ver por esta altura com a criação de infraestruturas alfandegárias, de modos a facilitar as trocas comerciais e investimentos.

"Com o trabalho de todo o mundo comprometido, acredito que em breve poderemos ver novos padrões comerciais e de investimento em África. A zona de comércio livre é uma realidade", frisou.

De acordo com o responsável, o Presidente reiterou o empenho de Angola e comprometeu-se igualmente a dar apoio a todo o objetivo primordial desta organização, para alcançar a integração económica regional ou continental.

"O Senhor Presidente realçou também a importância da redução das barreiras comerciais entre países e também salientou a necessidade do aumento do comércio entre os países africanos, nos vários tipos de produtos locais que podem ajudar ao reforço das economias dos países africanos", salientou.

Angola foi trigésimo país a ratificar o acordo que estabelece a Zona de Livre Comércio Continental Africana.