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ITA quer transformar Angola em ‘hub’ de dados para a África Subsaariana

Com o reforço e o aumento da cobertura nacional, a inauguração do novo Data Center, a expansão da rede de fibra óptica e o aumento da qualidade e cobertura internacional dos serviços de telecomunicações, a ITA avança agora no sentido apoiar a transformação do país num ‘hub’ de dados/tráfego em Africa.

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A Internet Technologies Angola (ITA), apresentou esta Quarta-feira nas suas instalações do Patriota o balanço anual de 2019 e o Plano Estratégico para 2020.

A empresa manteve as suas metas em projectos estruturais e nos investimentos de infra-estruturas, que resultaram num aumento de cerca de 45 por cento no volume de negócios comparado ao ano de 2018, refere um comunicado remetido ao VerAngola.

Para sustentar esse crescimento, e estando actualmente presente em 13 províncias com infra-estrutura de rede própria, pretende até o final de 2020 expandir sua rede de telecomunicações para as 18 províncias, cobrindo assim todo o território nacional com infra-estruturas em fibra e wireless de alta capacidade de transmissão de dados.

Para além da expansão e da consolidação da cobertura nacional, em 2020 a ITA definiu ainda como objectivo a internacionalização da oferta de serviços de telecomunicações e tecnologias de informação. A aposta, segundo o director-geral da empresa, Francisco Pinto Leite, é transformar Angola num ‘hub’ de dados/tráfego em Africa, permitindo, desta forma, que instituições como a banca, petróleo e gás, minas, operadores de telecomunicações, retalho e governo beneficiem de uma rede de serviços de telecomunicações em Africa, com destaque na região da SADC.

Ainda aliado ao plano de expansão, a inauguração do segundo Data Center da ITA permite que instituições públicas e privadas em Angola utilizem serviços de alto nível, mantendo os seus dados armazenados em estruturas físicas ou em Cloud em território nacional, garantindo desta forma a soberania de informações críticas.

“O novo Data Center inaugurado em 2019, a expansão da nossa cobertura nacional, a implementação da Fibra óptica, e a entrada no Grupo Paratus são as bases fundamentais para que possamos garantir e elevar a nossa qualidade de serviço à níveis internacionais, atrair investimentos e permitindo que Angola se posicione como um ‘hub’ de  dados/tráfego importante na Africa Subsariana”, acrescentou o responsável.