Laúca: “Empreendimento está alinhado com a meta de geração de energia em Setembro de 2017

As obras do Aproveitamento Hidrelétrico de Laúca, em Angola, terão em 2015 um ano decisivo. Com previsão para ser concluído em 2017 pela Odebrecht Infraestrutura - África, Emirados Árabes e Portugal, o empreendimento representa um dos investimentos mais importantes do Governo angolano. Será, também, responsável por iluminar os lares de oito milhões de cidadãos e impulsionar o sector industrial do país.
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Com 30 por cento das obras já concluídas, os integrantes puderam acompanhar, em Janeiro, a chegada das primeiras peças das turbinas 1 e 2 da barragem. Ao todo, seis unidades metálicas (tubos de sucção) compuseram a carga. “Será um ano em que começaremos a montagem das primeiras partes das turbinas e teremos muita integração entre obras eletromecânicas e civis”, explica Elias Daniel, director do Gabinete de Aproveitamento do Médio Kwanza (Gamek), responsável por coordenar o empreendimento, em nota de imprensa emitida pela Odebrecht.

Os equipamentos desembarcaram no Porto de Luanda e foram transportados até às obras da hidrelétrica, localizada na província de Kwanza Norte e distante 282 quilómetros da capital. As peças de aproximadamente 20 toneladas foram armazenadas no almoxarifado da obra. O início da montagem terá lugar em Abril.

Toda a operação mobilizou dois guindastes, duas empilhadoras e seis carretas. Ao todo, 20 integrantes participaram da transferência. “O recebimento dos primeiros tubos de sucção é um marco e indica que o empreendimento está alinhado com a meta de geração de energia em Setembro de 2017”, avalia Neide Neves, responsável por Logística Eletromecânica.

Quando estiver em pleno funcionamento, o Aproveitamento Hidrelétrico de Laúca terá potência instalada de 2070 megawatts, com geração de 8,6 mil gigawatts por hora. Às margens do Rio Kwanza, a barragem é construída por cerca de quatro mil integrantes – 90 por cento deles, angolanos provenientes de todas as províncias do país.

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