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Tellas: nasceu em Angola o Netflix português? Sílvio Nascimento diz que sim

Chama-se Tellas e é a “maior plataforma de streaming da CPLP”. Apresentado no Sábado, o projecto é assinado por Sílvio Nascimento.

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Num evento dedicado a convidados do panorama cinematográfico e cultural nacional, Sílvio Nascimento, actor e produtor angolano com percurso internacional, apresentou-se como o presidente do Conselho de Administração deste projecto inovador e empreendedor que pretende atrair filmes, séries e todo o tipo de conteúdos audiovisuais em todos os países de língua oficial portuguesa.

O evento decorreu no Cinemax do Xyami Shopping Nova Vida e contou com a presença de diferentes personalidades que apoiam tanto o projecto Tellas e como vários projectos nacionais. 

A Tellas é uma plataforma idêntica ao gigante Netflix mas exclusivamente dedicada a conteúdos em língua portuguesa. Como refere um comunicado remetido ao VerAngola, na Tellas, o subscritor poderá ter acesso a filmes, documentários, sessões de stand-up comedy, eventos live e outros conteúdos que “potenciem aquilo que é feito com qualidade em África no geral e em Angola em particular”.

“Esta plataforma é uma alavanca importante de comunicação para produtores, realizadores, comediantes e outros agentes ligados à cultura que têm agora um local para divulgarem os seus trabalhos ao público. Desafio todos os talentos nacionais a enviarem para a Tellas os seus projectos como séries, vídeo-clips, programas de entretenimento, programas informativos ou peças de teatro para que estes cheguem ao maior número de pessoas possível. Do nosso lado, asseguramos a legendagem em diferentes línguas e queremos produtores com talento para se juntarem a nós”, atirou Sílvio Nascimento.

Já é possível subscrever o serviço Tellas, em www.tellas.ao, estando já a aplicação disponível para Android e iOS. A subscrição tem um custo mensal de 1000 kwanzas, que poderá ser pago por referência bancária. Existe uma promoção de lançamento válida nos próximos 60 dias para os primeiros aderentes, que poderão subscrever o acesso à plataforma gratuitamente.

Os objectivos para 2020 são ambiciosos e Sílvio Nascimento adianta que em Agosto espera atingir a marca atingir 1.000.000 de subscritores. Essa meta “permitirá ganhar mais relevância e tornar-nos mais atractivos a investimentos que podem contribuir para a divulgação do talento cultural nacional”, acrescenta.