Governo quer construir Panteão em Luanda

O Governo pretende construir um Panteão no perímetro do Centro Político Administrativo da capital, Luanda, onde já funciona o novo edifício do parlamento e o próprio Palácio Presidencial.
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A informação consta de um despacho presidencial de final de Novembro, a que a Lusa teve acesso, autorizando os estudos necessários à “harmonização” das obras previstas para o Centro Político Administrativo.

O documento assinado pelo Presidente, João Lourenço, autoriza, a contratação dos serviços de consultoria para a Construção do Monumento, Infra-estrutura, Edifício do Panteão e Parque de Estacionamento Subterrâneo, por mais de 707 milhões de kwanzas.

Designado também por Monumento da Paz, o Governo já tinha atribuído, em 6 de Setembro, uma dotação de 8.881 milhões de kwanzas, como crédito adicional ao Orçamento Geral do Estado de 2018, para a construção do Panteão.

Anteriormente, em Junho último, a Lusa já tinha noticiado que o Governo estava à procura de investidores privados para avançar com a construção do novo Centro Político-Administrativo de Luanda, que vai juntar os serviços dos vários ministérios e outros órgãos de apoio.

A intenção surgia num despacho assinado pelo Presidente, João Lourenço, com data de 13 de Junho e ao qual a Lusa teve acesso, que criou então uma comissão intersectorial para “negociar a aquisição de terrenos” para este novo Centro Político-Administrativo, na capital, e para “propor a modalidade contratual com potenciais investidores privados” para a sua implementação.

O actual Centro Político-Administrativo de Luanda centra-se na zona da Cidade Alta, na capital angolana, com vários ministérios e serviços protocolares ali instalados, além do próprio Palácio Presidencial e das novas instalações da Assembleia Nacional.

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