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Sociedade

Melhoria das condições de vida da população é prioridade do Governo, afirma Carolina Cerqueira

A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, afirmou que a melhoria das condições de vida da população é uma prioridade do Governo. Contudo, admitiu que não se trata de uma “tarefa exclusiva” do Executivo.

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"Esse compromisso não é uma tarefa exclusiva do Governo. Ela convoca a participação de todos, por via dos negócios ou por via da solidariedade social e aqui estão incluídas as empresas com a sua responsabilidade social", afirmou a governante.

Ao falar no Seminário Nacional sobre Responsabilidade Social, a ministra informou que se encontram em curso vários programas, enquadrados no Plano Nacional de Desenvolvimento Nacional 2018/2022, "que têm beneficiado as populações mais carenciadas das diferentes regiões do país, com o objectivo de melhorar a qualidade de vida e o empoderamento das famílias".

Citada numa nota disponibilizada no Facebook do Governo, Carolina Cerqueira assegurou que o Governo vai continuar a apoiar as empresas com responsabilidade social: "Esse encorajamento do Estado está bem espelhado na Lei do Mecenato, que estabelece um conjunto de benéficos fiscais das empresas que, de forma altruísta, prestem serviços, financiem total ou parcialmente obras ou projectos sociais, culturais, educacionais, desportivos, ambientais, juvenis, científicos, tecnológicos e de formação às comunidades".

Considerou ainda que no país há vários "exemplos encorajadores de responsabilidade social de empresas, instituições financeiras e de agências de desenvolvimento, que participam em programas de desenvolvimento humano e comunitário, com vista a mitigar as inúmeras carências e dificuldades que as populações enfrentam".

O comunicado refere ainda que no fim do seminário, os intervenientes concluíram que "as empresas que agem com responsabilidade social contribuem de forma significativa para o progresso e inclusão social, para a transformação da vida dos cidadãos nas comunidades e que o Estado angolano deve continuar a trabalhar na promoção de incentivos para as empresas".

Por sua vez, Maria de Fátima Viegas, secretária do Presidente da República para os Assuntos Sociais, admitiu que as conclusões do certame vão originar "mudanças significativas" bem como "reajustes no engajamento das empresas, do Executivo e dos parceiros sociais".