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Novas notas de 2000 entraram em circulação no dia da Independência

A nota de 2000 da nova família de kwanzas entrou em circulação esta Quarta-feira, 11 de Novembro, dia em que se celebrou o 45.º aniversário da Independência Nacional. Esta é a quarta nota a entrar em circulação no país, depois de em Julho, Setembro e Outubro terem sido introduzidas as notas de 200, 500 e 1000 kwanzas, respectivamente.

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Com a entrada da nova nota de 2000 kwanzas, fica só a faltar introduzir no mercado a nova nota de 5000 kwanzas, prevista chegar em Janeiro do próximo ano.

"A nota de 2000 kwanzas que, em tons de verde, homenageia uma das maravilhas de Angola – a Serra da Leba, é impressa num material semelhante ao plástico (polímero) e possui, numa janela transparente recortada, a representação da figura do 'Pensador' e a denominação da nota em tinta translúcida, com projecção para ambos os lados da mesma. Possui ainda uma segunda janela transparente com o formato de uma figura geométrica representando o instrumento musical tradicional 'Omakola'", pode ler-se numa nota publicada no site do Banco Nacional de Angola (BNA).

Recorde-se que a nova família de kwanzas entrou em circulação a 30 de Julho, com o lançamento da nota da 200 kwanzas. Entretanto já foram também introduzidas as notas de 500 e 1000 kwanzas.

Contudo, a introdução das novas notas não invalida a série 2012, que continua a ser válida e aceite como meio de pagamento em simultâneo com as novas notas até dia 31 de Dezembro do próximo ano. A partir de 1 de Janeiro de 2022 a antiga família de kwanzas deixa de ser aceite.

Os angolanos vão ter até 2025 para trocar as notas de kwanzas antigas pelas novas. A troca pode ser feita nos bancos comerciais até Dezembro de 2021 e nas instalações do BNA até 2025.

A nova série 2020 é inspirada "na grandeza de Angola independente e em paisagens de beleza única, contém elementos da nossa identidade cultural, simbolizando o nosso percurso como país soberano e valorizando, assim, a nossa trajectória histórica". Outra grande mudança é o facto de as novas notas não terem o rosto do antigo Presidente, José Eduardo dos Santos.

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