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Covid-19: Angola alarga prazo de vacinação obrigatória para acesso a instituições e serviços

O Governo estendeu até ao dia 1 de Novembro, o prazo que obrigava os cidadãos a estarem vacinados até esta Sexta-feira, informou o coordenador da comissão multissectorial de combate à covid-19.

: Lusa
Lusa  

Francisco Furtado, igualmente ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, disse que foi alterado o Decreto Presidencial 241/21, de 30 de Setembro, que actualizou as medidas de prevenção e controlo da propagação do vírus SARS-COV-2 e da covid-19, bem como as regras de funcionamento dos serviços públicos e privados, dos equipamentos sociais e outras actividades, durante a vigência da actuação da situação de Calamidade Pública.

"Assim este decreto 241 sofre alterações apenas no seu artigo 8.º, cuja vigência era até o dia 15 do corrente mês de Outubro, ao abrigo deste novo decreto este prazo é prorrogado por Decreto do Presidente da República e chefe do executivo, até ao dia 1 de Novembro do ano corrente, dando assim possibilidade a que os cidadãos continuem a vacinar, por forma a intensificar-se o processo de vacinação e criar-se as condições para a maior imunização dos cidadãos residentes e cidadãos nacionais", referiu Francisco Furtado.

Desde o anúncio desta exigência, os postos de vacinação do país têm registado enchentes, com filas intermináveis durante todo o dia.

Angola administrou até à data o total de 4.843.996 doses de vacina contra a covid-19, das quais 3,4 milhões receberam a primeira dose, representando uma cobertura de 22,1 por cento da população alvo, sendo destas 1,3 milhões receberam a segunda dose e dose única, correspondente a uma cobertura de 8,7 por cento da população elegível.

A covid-19 provocou pelo menos 4.870.405 mortes em todo o mundo, entre mais de 239 milhões infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

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