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Projecto da Companhia de Dança Contemporânea de Angola recebe financiamento da UE

A Associação da Companhia de Dança Contemporânea de Angola foi a escolhida pela iniciativa Diversidade – uma actividade que faz parte do projecto “PROCULTURA PALOP-TL - Promoção do Emprego nas Actividades Geradoras de Rendimento no Sector Cultural nos PALOP e Timor-Leste”, financiado pela União Europeia – para receber um financiamento. Essa verba, que pode ir até 20 mil euros, tem como objectivo promover “projectos culturais que visem produzir bens e serviços com valor económico e significado social e cultural”.

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"Apresentaram-se a concurso 23 candidaturas e o júri aprovou por unanimidade a atribuição de apoio financeiro ao projecto da Associação da Companhia de Dança Contemporânea de Angola", revela a Alliance Française de Luanda, em comunicado remetido ao VerAngola.

O projecto de dança angolano, chamado "Curso Intensivo de Superação em Dança", foi aprovado com uma pontuação de 75 por cento, indica a nota.

O júri era composto por Telmo Gonçalves, representante do Camões – Centro Cultural Português, Gabriele Stiller-Kern, representante do Goethe Institut e Paul Barascut, representante da Alliance Française Luanda.

A iniciativa Diversidade permite atribuir subvenções até 20 mil euros a projectos ou acções que façam uso da "criatividade, do património e do conhecimento cultural e da propriedade intelectual como recursos para produzir bens e serviços com valor económico e significado social e cultural".

O financiamento é garantido pela União Europeia no âmbito do Programa PALOP-TL/EU para 2014-2020, que é confinado e gerido pelo Camões, IP e pela Fundação Calouste Gulbenkian. Em Angola, o programa Diversidade é gerido pela Alliance Française de Luanda, em parceria com o Camões – Centro Cultural Português e o Goethe Institut.

A nota indica ainda que qualquer um se pode candidatar a este financiamento: "podem ser pessoas individuais, empresas ou organizações, do sector público ou do sector privado, com ou sem fins lucrativos, ou parcerias constituídas entre estas, desde que residentes ou registadas nos PALOP ou Timor-Leste há pelo menos dois anos e com actividade efectiva nestes países e nos sectores culturais".

Pode saber mais sobre as candidaturas aqui.