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Saúde

Covid-19: número de mortos em África sobe para 4601 em mais de 162 mil casos

O número de mortos em África devido à covid-19 subiu esta Quinta-feira para 4601, mais 108, em mais de 162 mil casos, nos 54 países, segundo os dados da pandemia no continente.

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De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de mortos passou de 4493 para 4601 (+108), enquanto o de infectados subiu de 157.322 para 162.673 (+5351).

Os mesmos dados referem que o número de doentes recuperados passou os 70 mil (70.475), mais 3468 do que no dia anterior.

A região do continente mais afectada pelo novo coronavírus continua a ser o Norte de África, com 2052 mortos, em 48.221 casos.

A África Austral é a segunda região com mais casos (39.971) e com 817 mortos, a maioria concentrada na África do Sul, o país com maior número de casos no continente (37.525) e o segundo com mais mortos (792).

A África Ocidental regista 758 mortos e 37.690 infecções, na África Oriental há 561 vítimas mortais e 19.116 casos, enquanto na África Central há 413 mortos em 17.675 casos.

O Egipto é o país com mais mortos (1088) e regista 28.615 infecções, seguindo-se a África do Sul e depois a Argélia, com 673 vítimas mortais e 9733 infectados.

Marrocos totaliza 206 vítimas mortais e 7922 casos, a Nigéria regista 315 mortos e 11.166 infectados, enquanto o Gana tem 38 mortos e 8548 casos.

Entre os países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infecções, com 1339 casos, registando oito mortos.

São Tomé e Príncipe contabiliza 484 casos e 12 mortos e Cabo Verde tem 477 infecções e cinco mortos.

Moçambique conta 316 doentes infectados e dois mortos e Angola tem 86 casos confirmados de covid-19 e quatro mortos.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há vários dias 1306 casos e 12 mortos, segundo o África CDC.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 382 mil mortos e infectou mais de 6,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios. Mais de 2,7 milhões de doentes foram considerados curados.