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Saúde

Covid-19: número de mortos em África sobe para 4228 em mais de 147 mil casos

O número de mortos em África devido à covid-19 subiu nas últimas 24 horas para 4228, mais 159, e há mais de 147 mil casos, em 54 países, segundo os dados mais recentes da pandemia no continente.

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Segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de mortos passou de 4069 para 4228 (+159), enquanto o de infectados subiu de 141.535 para 147.099 (+5564).

Os mesmos dados referem que foi registada a recuperação de 61.808 doentes, mais 2596 do que no dia anterior.

A região do continente mais afectada pelo novo coronavírus continua a ser o Norte de África com 1893 mortes em 43.949 casos.

A África Ocidental regista 717 mortos em 35.125 infeções enquanto a África Austral contabiliza 707 mortos e 34.888 casos, a maioria concentrada na África do Sul, o país com maior número de casos no continente (32.683) e com 683 mortos.

A África Oriental regista 513 mortos e 17.042 casos, enquanto na África Central há 398 vítimas mortais em 16.095 casos.

O Egipto é o país com mais mortos (959) e 24.965 infecções, seguindo-se a Argélia, com 653 vítimas mortais e 9394 infectados.

Marrocos totaliza 205 vítimas mortais e 7807 casos, a Nigéria regista 287 mortos e passou os 10 mil casos (10.162), enquanto o Gana tem 36 mortos e 8070 casos.

Entre os países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infecções, com 1256 casos, registando oito mortos.

São Tomé e Príncipe contabiliza 479 casos e 12 mortos e Cabo Verde tem 435 infecções e quatro mortos.

Moçambique conta 254 doentes infectados e dois mortos e Angola tem 86 casos confirmados de covid-19 e quatro mortos.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), tem 1306 casos e 12 mortos, segundo o África CDC.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 370 mil mortos e infectou mais de 6 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,5 milhões de doentes foram considerados curados.