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Energia

Angola participa em Janeiro na 25.ª reunião do Comité Ministerial de Monitoramento da OPEP

O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás participa, a 4 de Janeiro, na 25.ª reunião do Comité Conjunto de Monitoramento Ministerial, órgão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

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Segundo uma fonte ligada ao sector, o encontro, por videoconferência, sob presidência do príncipe herdeiro Abdul Aziz Bin Salma, ministro da Energia da Arábia Saudita, e co-presidido por Alexander Novak, ministro da Energia da Rússia, vai analisar o relatório do Grupo Técnico Conjunto sobre a evolução do mercado global de petróleo, seus níveis de conformidade, e perspectivas para os meses seguintes.

O titular da pasta dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, participará no encontro, já na qualidade de presidente da Conferência de Ministros da OPEP, estando previsto um pronunciamento durante a sessão.

No mesmo dia, segundo a informação a que a Lusa teve acesso esta Quarta-feira, decorrerá a 23.ª reunião de ministros da OPEP e seus parceiros não-OPEP, signatários da Declaração de Cooperação (assinada em 2016).

Angola assumiu em Novembro deste ano a presidência da Conferência de Ministros da OPEP, órgão ao qual foi admitido como membro de pleno direito em 2006.

O país lusófono prevê passar a sua produção diária actual de 1,249 milhões de barris de petróleo para 1,267 milhões de barris no próximo mês, perspectivando ainda atingir 1,319 milhões de barris por dia no final de 2021.

A informação foi avançada pelo secretário de Estado dos Petróleos, José Alexandre Barroso, citado pela Angop, durante o conselho consultivo do Ministério dos Recursos Naturais, Petróleo e Gás, realizada em Novembro.

José Alexandre Barroso disse, na altura, que esses dados confirmam claramente que os níveis de produção da OPEP não estão condicionados pelo volume de produção ficado pela organização, mas pelo declínio natural dos campos, suspensão da actividade de sondagem em 2020, motivada pela pandemia de covid-19 e pela ausência de investimentos na exploração em geral.

O governante referiu igualmente que Angola participa nas actividades da OPEP com o principal objectivo de partilhar do esforço para a estabilização do mercado internacional de petróleo.

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