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Saúde

Presidente inaugura novo Hospital Sanatório de Luanda

O Presidente da República procedeu, esta Terça-feira, à inauguração do ex-hospital Sanatório de Luanda, agora designado de “Complexo Hospitalar de Doenças Cardio-pulmonares Cardial Dom Alexandre de Nascimento”.

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Na cerimónia de inauguração, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, dirigiu-se ao Presidente da República pedindo permissão para falar para um "cidadão angolano visionário, humano, com sentido de estado e verdadeiro patriota que nos levou para uma viagem de um sonho, que se tornou realidade e que começou a escassos meses do início desta legislatura, mais propriamente no dia 15 de Dezembro de 2017, ao visitar o hospital sanatório que era considerado por muitos como o corredor da morte".

"A partir de hoje, o famoso corredor da morte transforma-se em corredor da vida", afirmou.

O complexo hospitalar, de acordo com uma nota do Governo, tem capacidade de internamento de 300 camas, mas a unidade é capaz de atender mais pacientes, com e sem turbeculose, no serviço de ambulatório "que passa a integrar um departamento de acidentes e emergências, área de fisioterapia e um centro de diagnóstico não invasivo".

Além disso, o hospital tem quatro salas de operações e duas de procedimentos de broncoscopia, salas para a realização de TAC, ressonância magnética, raio-X, entre outros.

Um laboratório principal e laboratórios de cateterismo e relaxamento volumétrico, bem como salas especializadas para operação cardio-pulmonar, de angiografia e de medicina nuclear também compõem o hospital.

Além disso, de acordo com a nota, a unidade também conta com um serviço de esterilização, uma farmácia e uma morgue.

Para já, o complexo conta com a colaboração de 538 profissionais, dos quais 25 médicos (18 angolanos e sete cubanos), 215 enfermeiros e 298 funcionários de apoio.

"Para capacitar os seus quadros, o complexo hospitalar dispõe de um centro de formação equipado com salas de simulações de unidade de cuidados intensivos, de bloco operatório e de múltiplas funções, de ressuscitação e de simulação de observação, além de uma sala de estudos de casos e um auditório para formação profissional", adianta o comunicado.

A produção de oxigénio também vai ser feita no hospital, "igualmente com serviços de refrigeração, energia alternativa, 450 vagas na área de estacionamento e um moderno e atractivo arranjo paisagístico".

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