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Política

João Lourenço defende bem-estar das populações nas Nações Unidas

João Lourenço reforçou, esta Sexta-feira, o compromisso do país em continuar a trabalhar no desenvolvimento sustentável. O objectivo deste compromisso é que Angola consiga atingir as metas traçadas, tendo em conta os 17 Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, na Agenda 2030.

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O Presidente, que foi o primeiro dos 22 Chefes de Estado a falar no Segmento de Alto Nível da 75.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, frisou que um dos principais objectivos do país é erradicar a pobreza extrema.

"O Governo de Angola atribui uma grande importância às questões relativas ao combate à pobreza e à elevação do bem-estar e da qualidade de vida das populações", disse, citado pela Angop.

"Dos 70 programas de acção que integram o Plano de Desenvolvimento Nacional de Angola, para o período de 2018-2022, 36 têm incidência sobre a meta da eliminação da pobreza extrema e da redução da pobreza multidimensional", adiantou o Chefe de Estado.

Frisou ainda que a produção alimentar é crucial para o desenvolvimento do país, admitindo que a produção alimentar familiar "constitui um pilar de enorme relevância nos esforços do Governo de Angola de combate à pobreza".

Entre os vários programas que o Executivo tem em curso, o Presidente destacou o das transferências sociais monetárias que vai ajudar cerca de um milhão e 600 mil famílias. "Este programa, em parceria com o Banco Mundial, e que se estenderá até ao ano 2022, inclui um pacote financeiro equivalente a 420 milhões de dólares", explicou.

Entre os vários desenvolvimentos conseguidos pelo país, o chefe de Estado destacou a abertura de mais de 29 mil vagas para o ensino geral em apenas dois anos: em 2018, o Executivo abriu mais de 19 mil vagas para professores e no ano passado foram abertas cerca de 10 mil vagas.

O sector da saúde também teve progressos. Segundo João Lourenço em dois anos foram abertas 14.600 vagas para profissionais de saúde (7600 vagas em 2018 e 7000 em 2019).

Além disso, a capacidade do sistema nacional de saúde também foi reforçado: houve um aumento no número de camas disponíveis nos hospitais em mais de 5000 unidades.