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Alexandre Santos quer lutar pelo primeiro lugar do Girabola no Petro de Luanda

O treinador português Alexandre Santos assumiu este Sábado a ambição de lutar pelo primeiro lugar do campeonato angolano de futebol ao serviço do Petro de Luanda, na sua apresentação oficial, através do sítio oficial do clube na Internet.

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O técnico português, que sucedeu ao angolano Mateus Agostinho 'Bodunha', assumiu a satisfação com a confiança em si depositada, por um clube "cuja grandeza é conhecida no continente africano", ambicionando conquistar títulos.

"A direcção do clube estabeleceu como objectivos dignificar o nome deste grande clube, tem as conquistas que tem, tem os títulos que tem, sendo assim, devo manter ou continuar a escrever a história do clube, passando pela conquista de títulos e, acima de tudo, não podemos pensar que vir ao Petro de Luanda significa participar apenas no campeonato. É uma equipa que quer estar no primeiro lugar", afirmou.

Alexandre Santos, de 44 anos, treinou o Alverca nas últimas duas temporadas, depois de passagens pelo Real Massamá e pelas equipas de sub-23 de Estoril Praia e Sporting.

Antes, integrou algumas equipas técnicas lideradas por José Peseiro em clubes como FC Porto, Sporting de Braga, Al Wahda, Al Sharjah e Al-Ahly, assim como na selecção da Arábia Saudita, tendo sido ainda adjunto de Caen, Estoril Praia, Estrela da Amadora e Vitória de Setúbal.

"O que eu prometo é trabalho para estarmos e para sermos melhores do que os outros. Para sermos melhores que os outros temos de trabalhar mais que os outros", afirmou, salientando que treinar um clube como o Petro "obriga" a enfrentar todos os jogos para ganhar.

Nesse sentido, o técnico luso reconheceu "legitimidade" aos adeptos do clube para reivindicarem a conquista de títulos ao clube, que mais vezes conquistou o Girabola (15), mas que lhe escapa há 12 anos.

"O Petro de Luanda é grande porque tem muitos adeptos e seguidores, por isso têm toda legitimidade para pressionar. Era mal se não pressionassem, por isso é bem-vinda essa pressão e os jogadores e treinadores devem sentir essa pressão como positiva, como algo que nos ajuda ser melhores. É algo que não me incomoda porque já passei por muitos clubes que têm também essa grandeza e essas características", rematou.

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