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Africell arranca mesmo em Dezembro e cria 5000 empregos

A Africell vai mesmo arrancar em Dezembro e a sua entrada no mercado das telecomunicações angolano vai gerar cerca de 5000 empregos.

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De acordo com uma nota publicada no Facebook da Presidência, João Lourenço recebeu, esta Segunda-feira, "garantias de que a multinacional do ramo de telefonia Africell iniciará as suas funções em Angola ainda este ano".

A informação chegou ao Presidente durante uma reunião entre o chefe de Estado e altos executivos da operadora. No encontro também foi divulgado que a entrada da Africell para o mercado angolano "vai gerar mais de 5000 empregos".

O CEO da operadora, Christopher Lundh, fez saber que as obras do centro de operações da Africell deverão ficar terminadas nas próximas semanas.

O responsável acrescentou que foi feito um investimento, no valor de 300 milhões de dólares, que vão garantir, na primeira fase, a criação de 400 empregos directos e 100 indirectos.

Já Manuel Homem, ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, fez ainda saber que a reunião serviu para clarificar os objectivos traçados para a quarta operadora, correspondentes ao Plano Nacional de Desenvolvimento para o sector das telecomunicações.

"Foi um encontro bastante satisfatório, por permitir que pudéssemos chegar de forma clara àquilo que são os objectivos que foram mapeados para a implementação da quarta operadora no nosso país", referiu.

O ministro realçou ainda que a Africell já está a fazer investimentos necessários em infra-estruturas, que permitirá a operação em Dezembro.

"Os trabalhos já tiveram o seu início, há um programa de recrutamento local, que também está a ser feito, foi público, a operadora está a fazer o trabalho de selecção, é um trabalho interno, e nos próximos dias iniciará um programa de selecção e formação dos quadros que foram selecionados para a Africell e será um processo gradual, que prevê que até ao funcionamento normal desta operação, que a empresa possa empregar cerca de 5000 quadros nacionais", afirmou.

Já a embaixadora dos Estados Unidos da América em Angola, Nina Maria Fite sublinhou que as companhias americanas "estão a trazer tecnologias, estão a criar trabalho e estão a treinar e capacitar o povo angolano", indicando que a Africell é um exemplo de como as empresas americanas investem em Angola fora do sector do petróleo.

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