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Ginga viaja além-fronteiras. Café angolano chega este mês aos mercados da Suíça e França

Até ao final deste mês, a marca angolana Café Ginga vai chegar aos mercados da Suíça e França. O café vai ser exportado através da Angonabeiro, que está empenhada em internacionalizar o café angolano.

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José Beato, director-geral regional para os mercados internacionais do Grupo Nabeiro, asseverou que a Angonabeiro pretende revigorar este produto, desde do momento em que é cultivado até à altura em que é transformado e comercializado, atendendo ao actual estado do mercado do café no país.

Em declarações à Angop, o responsável destacou que a empresa quer que o café nacional volte a ter a notoriedade que teve na década de 70, altura em que o país era o terceiro maior produtor de café a nível mundial.

Realçou ainda que nos últimos dois anos, em 2019 e 2020, foram exportadas 2000 toneladas de café para países como a Namíbia, Senegal, China e Estados Unidos da América.

José Beato explicou ainda que a empresa costuma comprar e exportar café verde de Angola para a sua sede, localizada em Campo Maior, Portugal. O produto acaba por ser integrado nas várias misturas e é, posteriormente, exportado de Portugal para cerca de 50 países onde a marca Delta Cafés está presente.

Recordou ainda que, no ano passado, a Angonabeiro começou a exportar a marca angolana Café Ginga para Portugal, assinalando assim o lançamento deste produto no mercado português.

O responsável frisou que o principal objectivo da marca, a curto prazo, é exportar o Café Ginga permanentemente. Além disso, também fez saber que a Angonabeiro está a tentar inserir o café no quotidiano dos angolanos.

"Somos uma das empresas angolanas que continua a apostar na exportação de produtos locais, com o objectivo de gerar valor acrescentado para a economia do país e crescimento nos negócios", frisou.

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