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Presidente recorda bispo Óscar Braga como homem íntegro e patriota convicto

João Lourenço manifestou esta Quarta-feira consternação pela morte do bispo emérito da diocese de Benguela, Óscar Braga, “homem íntegro e patriota convicto”, do qual guarda boas recordações dos anos que consigo trabalhou.

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João Lourenço realçou numa mensagem a dedicação de Óscar Braga em sempre "melhor servir a igreja católica e o bem comum".

"Foi com profunda consternação que recebi a triste notícia do falecimento de Dom Óscar Braga, bispo emérito da diocese de Benguela, cidade onde durante 45 anos exerceu a sua meritória acção religiosa", escreveu.

O chefe de Estado frisou que Óscar Braga "estimulou entre a juventude muitas vocações religiosas e transmitiu os mais nobres valores da sociedade angolana, de amor ao próximo, valorização da família e de defesa dos mais vulneráveis, a criança e a mulher".

"Homem íntegro e patriota convicto, dele guardamos boas recordações dos anos em que trabalhámos e convivemos em Benguela entre 1986 e 1989", frisou.

O bispo emérito de Benguela morreu, na Terça-feira, aos 89 anos, no Hospital Geral de Benguela, onde chegou numa situação extremamente delicada, já em paragem cardiorrespiratória, segundo fontes hospitalares. O funeral realiza-se este Sábado.

Óscar Lino Fernandes Braga nasceu em Malanje, a 30 de Setembro de 1931. Entrou para o seminário já com ensino superior e ordenou-se padre em 1964, tendo sido ordenado bispo dez anos depois, em Malanje.

Em 1975, assumiu a diocese de Benguela até 2008, altura em que foi substituído por Eugénio Dal Corso.

Mais de 300 padres foram ordenados por Óscar Braga e nos seus 33 anos de missão episcopal saíram três bispos da diocese de Benguela: José Nambi, Mário Lukundi e Emílio Sumbelelo.

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