Lucros do Banco Angolano de Negócios e Comércio aumentam mais de 300 por cento

O Banco Angolano de Negócios e Comércio (BANC) apresentou recentemente o seu Relatório e Contas referente ao exercício de 2014, onde se destaca por um desempenho positivo, consubstanciado num resultado operacional liquido que apresenta lucros no valor de 8,5 milhões de dólares.
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De acordo com um comunicado remetido ao VerAngola, estes valores representam um aumento superior a 300 por cento quando comparados com os resultados de 2013, e são bem representativos do rigor e dinamismo impostos pela actual Administração na dinamização do BANC.

Para alcançar estes resultados tão positivos – e que assumem um particular relevo no actual contexto do sector financeiro e da economia em geral – o banco refere ainda que em muito contribuíram os lucros provenientes dos proveitos dos instrumentos financeiros activos, os proveitos de créditos, os resultados das operações cambiais e os lucros resultantes da prestação de serviços financeiros.

De salientar ainda que o ano de 2014 fica marcado pela reestruturação e modernização da instituição, bem como pelo lançamento de um leque de produtos e serviços destinados tanto a particulares como ao sector empresarial, factos que contribuíram para a valorização do BANC e para a angariação de novos clientes.

No âmbito da reestruturação do banco, os accionistas tomaram conhecimento do estado avançado da edificação em Talatona da nova sede, a qual ultrapassa uma área de 7000 metros quadrados e será inaugurada no final do corrente ano ou princípio de 2016.

Acresce que, o BANC tem dedicado especial atenção aos seus recursos humanos, tendo recrutado durante o ano de 2014 mais 34 colaboradores. Nesta área, o banco tem proporcionado aos seus colaboradores uma formação técnica especializada, com principal incidência no âmbito da parceria que celebrou com a Porto Business School.

Para 2015, que assinala o seu oitavo ano de funcionamento, as expectativas são as de uma crescente afirmação do BANC e de uma forte aposta no sector empresarial, contribuindo desse modo para o engrandecimento da economia angolana, acrescenta o documento.

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