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Chevron “reduz acesso às instalações” mas mantém produção

A petrolífera norte-americana Chevron garantiu que mantém as operações no enclave de Cabinda, admitindo, ainda assim, que "reduziu de forma significativa o acesso às instalações" no seguimento da propagação da pandemia da Covid-19.

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"A Chevron tem e mantém um compromisso forte e de longo prazo com Angola desde 1950 que opera através da sua subsidiária Cabinda Gulf Oil Company Limited (CABGOC), lê-se num comunicado enviado à Lusa.

No texto, explica-se que "nos últimos dias, a Chevron reduziu de forma significativa o acesso às instalações em Luanda, Cabinda e na base de Malongo para minimizar a exposição do nosso pessoal essencial e permitir a entrada restrita do pessoal crítico necessário para executar as operações com segurança".

A declaração da petrolífera norte-americana surge no seguimento da divulgação de um comunicado falso, também reproduzido pela Lusa na Quarta-feira, segundo o qual a petrolífera teria mesmo encerrado as actividades neste enclave onde a Chevron produziu, no ano passado, quase 100 mil barris de petróleo por dia e 324 milhões de pés cúbicos de gás natural.

"Por causa da pandemia da Covid-19, a CABGOC está a monitorar de forma contínua o impacto deste surto à volta do mundo e em Angola" e "implementou protocolos internacionais em parceria com as autoridades locais de saúde sob a orientação do Plano Nacional Angolano e do Ministério da Saúde", refere a operadora.

A prioridade, aponta, "é assegurar o bem-estar e a segurança dos nossos trabalhadores e os seus familiares", estando por isso a "tomar as medidas de precaução necessárias para reduzir o seu risco de exposição".

Estas medidas, conclui a petrolífera, visam "garantir estabilidade e operar de forma segura e confiável o nosso negócio de base em Angola", que é desenvolvido "de forma responsável a nível social e ético".

A Lusa tentou obter mais esclarecimentos por parte da petrolífera, mas ainda sem sucesso.

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