Angola quer Fundo Verde para o Clima a apoiar consequências das alterações climáticas

O Governo assumiu a necessidade da implementação de uma estratégia para aplicação do Fundo Verde para o Clima no país, com o propósito de “apoiar e resolver a problemática” dos impactos negativos das alterações climáticas.
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O posicionamento foi expresso pelo consultor da ministra do Ambiente e Ponto Focal do Fundo Global de Ambiente, Júlio Inglês, referindo que o território “ainda não beneficia” do Fundo Verde para o Clima porque o país "tinha outras prioridades”.

“Agora estamos perante um novo mandato e temos um Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-202 ajustado. É na base dos compromissos assumidos pelo ministério do Ambiente que Angola agora olha para esta grande necessidade de aplicarmos os fundos”, disse.

O ministério do Ambiente realizou esta Terça-feira, em Luanda, um workshopsobre a implementação da Estratégia Nacional do Fundo Verde para o Clima que junta governantes, parceiros internacionais e membros da sociedade civil.

Falando aos jornalistas no âmbito deste encontro, aquele responsável afirmou que Angola está no processo de “organização das unidades técnicas” que acompanham os fundos disponíveis para resolver os “grandes constrangimentos” do impacto das alterações climáticas.

“Sabemos todos a problemática da seca que o sul do país vive, a problemática das alterações climáticas, Angola é membro do Fundo Global do Clima e pode apresentar projetos para mitigar tais situações” observou.

O Fundo Verde para o Clima, referiu, “estamos a traze-lo agora com maior ênfase para este diálogo entre setores, para identificarmos as melhores vias de podermos aceder aos fundos na base das preocupações que o país vive”.

Estratégia de Alterações Climáticas de Angola, Visão Geral do Plano de Desenvolvimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e Oportunidades de Financiamento Climático são alguns dos temas em abordagem neste workshop.

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