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Portugueses da Secil ponderam compra de 49 por cento da Secil Lobito ao Estado angolano

O grupo empresarial português Secil está a ponderar “todas as possibilidades” face à intenção do Governo de privatizar a quota de 49 por cento que detém na Secil Lobito, disse à Lusa fonte oficial da empresa portuguesa.

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A fonte contactada pela Lusa precisou que a Secil Angola e a Empresa Nacional de Cimento de Angola (ENCIME), "accionistas únicas da Secil Lobito, estão a acompanhar o processo de privatizações em curso em Angola, que abrange a Secil Lobito".

"As empresas accionistas em estreita ligação com o IGAPE (Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado) e nos termos estatutários, ponderam todas as possibilidades de reconfiguração societária da Secil Lobito, para o que mantêm contactos próximos regulares", destacam.

No passado dia 4, o diário O País noticiou que o Estado vai avançar com a privatização da Secil Lobito.

"O Estado angolano pretende avançar, no mais curto espaço de tempo, com o processo de privatização do capital social de 49 por cento que detém na Secil Lobito (Companhia de Cimento do Lobito) por via da ENCIME, devendo o processo ocorrer por via de concurso público, no âmbito do Processo de Privatização (PROPRIV) em curso no país, conforme orienta um Despacho Presidencial de 28 de Dezembro de 2021", escreve o jornal.