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Colecção de selos ‘Flor do Imbondeiro’ lançada pelos Correios para espalhar Angola pelo mundo

‘Flor do Imbondeiro’ é o nome dado à colecção de selos que os Correios de Angola lançaram esta Quinta-feira. Da autoria de Elsa Barber, ex-secretária de Estado para a Acção Social, esta colecção pretende divulgar globalmente este símbolo do continente africano, especialmente de Angola.

: Facebook Palácio de Ferro Património Cultural
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Esta iniciativa, segundo a Angop, tem como objectivo enaltecer a referida árvore, bem como incentivar os jovens a utilizar os selos (peças filatélicas) como ferramentas de interacções sociais e humanas.

Segundo Elsa Barber, as relações são afectadas pelas tecnologias, porém não se deve aguardar que a Internet solucione todos os problemas, pelo que disponibiliza a literacia na filatelia, que é a colecção de selos do correio.

Mais do que incluir a colecção de itens como selos, blocos, entre outros, segundo a autora, a filatelia também possibilita analisar e compreender ocasiões importantes da história dos povos.

Elsa Barber considerou ainda que os "selos são eficazes como fontes de conhecimento".

"A sabedoria é como o tronco do imbondeiro, não se consegue abraçar sozinho. Os selos são eficazes como fontes de conhecimento e além de popularizarem informações, cumprem um papel social", referiu, citada pela Angop.

Já Gilberto Dala, chefe do Departamento de Vendas e Gestão de Clientes e Filatelia dos Correios de Angola, fez saber que estes selos podem ser encontrados em todas as agências dos Correios de Angola, tendo ainda considerado que a iniciativa é uma comemoração da cultura nacional, sobretudo no que diz respeito à flora do país.

Citado pela Angop, o responsável disse que este instrumento irá motivar os jovens a equilibrar o foco entre as tecnologias e a cultura.

Por sua vez, após o lançamento da colecção, Manuel Gonçalves, vice-governador de Luanda para o Sector Político e Social, expressou satisfação com o projecto, que faz voltar a viver recordações nostálgicas da época em que as cartas eram enviadas pelos correios. Esta iniciativa, acrescentou, também traz à lembrança dos jovens a relevância que a filatelia teve em tempos passados, considerando que actualmente estamos numa era digital com uma geração que não conheceu esses acontecimentos.

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