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Economia

Angola na lista de países prioritários a dar a conhecer aos investidores chineses

Esta semana, a agência de promoção de intercâmbio internacional ‘Lookwe’ lançou uma revista que destaca o ambiente de negócios e as potencialidades económicas de Angola. O director-geral da agência, Xu Yun Zu, fez saber que Angola poderá contar sempre com o apoio das instituições chinesas na procura de investidores.

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"Angola é um país amigo e bom parceiro que sempre esteve ao lado da China nos momentos difíceis e pode sempre contar com o apoio das instituições chinesas na divulgação do novo ambiente de negócios e das oportunidades existentes para o empresariado chinês", afirmou o responsável que falava esta Quarta-feira em Beijing na cerimónia de apresentação da edição especial da revista da agência.

O responsável revelou ainda, citado pelo Jornal de Angola, que a agência de promoção de intercâmbio colocou Angola na lista de países prioritários a dar a conhecer aos investidores chineses.

Na cerimónia, Wang Yan, editora-chefe da revista, aproveitou a ocasião para dizer que Angola é um "país com muitas potencialidades turísticas e aberto ao investimento privado".

"Este mês celebra-se o 45.º aniversário da Independência Nacional da República de Angola, um país que, desde 2017, entrou numa nova era caracterizada por mudanças e reajustamento de alguns de seus instrumentos jurídicos, no intuito de melhorar o ambiente de negócios e encorajar o investimento privado", completou.

A revista da agência destaca o ambiente de negócios e as oportunidades de Investimento em Angola e realça que o país "deu passos significativos em termos de construção de infra-estruturas e de atracção turística".

A publicação conta ainda com a participação do embaixador de Angola na China, João dos Santos Neto, que sublinha a ligação entre os dois países e lembra que Angola tem feito algumas mudanças para facilitar o investimento directo.

Banco da China em Angola atribui crédito para áreas específicas do sector da economia

Até ao final do mês de Outubro, a filial do Banco da China (BOC) em Angola disponibilizou, em forma de crédito, 440 milhões de kwanzas para dinamizar a economia nacional.

"Em 31 de Outubro de 2020, o valor total aprovado do crédito a áreas específicas do sector real da economia é de 440 milhões de kwanzas, o valor total concedido é de 270 milhões de kwanzas e 170 milhões foram liquidados", explicou o banco, num comunicado publicado no seu site.

A nota dá ainda conta que foram "aprovados e desembolsados 170 milhões com o prazo de seis meses, o mesmo já foi liquidado e o saldo existente é de zero". A filial adianta ainda que, até agora, ao abrigo do Aviso N.º 10/2020, também já foram aprovados 270 milhões de kwanzas e desembolsados 100 milhões com prazo de seis meses e o saldo existente é de 100 milhões.

O Banco da China em Angola fica em Talatona e foi o primeiro banco da Ásia e estrangeiro a instalar uma filial em Angola.