Lusovini convida empresários angolanos a conhecer regiões vitícolas portuguesas

Quatro dezenas de estrangeiros vão a partir de terça-feira conhecer as principais regiões vitícolas portuguesas e os respectivos vinhos, a convite da distribuidora Lusovini.
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“Nós sabemos, por experiências acumuladas do trabalho que temos vindo a fazer, que trazendo as pessoas ao nosso país elas ficam surpresas pela cultura, pela gastronomia, pela paisagem e também pelos vinhos”, justificou à agência Lusa o presidente da Lusovini, Casimiro Gomes.

Até ao dia 6 de Setembro, estarão de visita a Portugal clientes da distribuição, garrafeiras, restaurantes, hotelaria, jornalistas e críticos de vinhos dos Estados Unidos, do Brasil, de Angola, de Moçambique, da China, de França, da Polónia e de Inglaterra.

A estes, a Lusovini mostrará não só vinhas e adegas no Alentejo, no Tejo, na Bairrada, no Douro e no Dão – onde se produzem algumas das 80 marcas que comercializa mundialmente – mas também a gastronomia, a paisagem, a cultura e o património destas regiões vitícolas.

“No fundo, o que pretendemos é mostrar o todo e valorizar os vinhos com esse todo”, explicou Casimiro Gomes, salientando que, apesar de Portugal ser um país pequeno, este circuito nacional mostrará “uma diversidade de paisagens, de gastronomia e de culturas locais que é fascinante”, como se se tratassem de vários países.

Na sua opinião, “o nível geral das infra-estruturas do país, a ligação das empresas às universidades, a cultura, o património, a gastronomia, as paisagens e a qualidade de vida real que se percebe em Portugal, surpreendem todos os visitantes estrangeiros”, o que “beneficia a imagem com que ficam dos vinhos portugueses”.

A Lusovini vai aproveitar para, durante estes dias, lançar oito novos produtos: três tintos e um branco (todos de guarda), dois espumantes (um da Bairrada e outro do Dão), um verde e um Porto branco (para beber com gelo).

“É importante que descubram os vinhos nos seus próprios ambientes”, considerou o presidente da Lusovini, acrescentando que, olhando para as características das paisagens, os convidados vão conseguir perceber porque “um verde é completamente diferente de um Douro e um Alentejo de um Bairrada”.

No último dia da visita, o grupo vai visitar a Feira do Vinho do Dão de Nelas. O jantar será servido na adega de Nelas, comprada em 2013 pela Lusovini para instalar a sua principal base logística.

Desde o ano passado que aí decorrem obras de recuperação e beneficiação com o objectivo de melhoria do seu ‘Wine Center’ e do seu futuro Centro Interpretativo do Dão, que a Lusovini considera “peças fundamentais na estratégia de internacionalização” dos seus vinhos portugueses.

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