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Rio do Mundo: as influências angolanas na cidade maravilhosa

O “Bom Dia Brasil”, um telejornal brasileiro produzido e exibido pela Rede Globo desde 1983, mostrou na passada semana a última reportagem da série Rio do Mundo, dedicada aos laços entre a capital carioca e a capital angolana.

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A repórter Mônica Sanches mostra as influências angolanas no Rio e o repórter Pedro Bassan e o repórter cinematográfico Rogério Lima viajaram até Luanda para mostrar como esta relação começou. “Duas cidades fundadas pelos portugueses. Elas têm uma baía, praias, morros. Um povo alegre, receptivo, ruas cheias de vida. Viraram metrópoles com milhões de habitantes e um trânsito infernal”, pode ler-se na reportagem da Globo.

O canal brasileiro, visto por mais de 150 milhões de pessoas diariamente começa por explicar que “durante quatro séculos e meio, o oceano mais uniu do que separou Luanda e o Rio de Janeiro”.

Um dos rostos mais conhecidos do episódio é o escritor angolano José Eduardo Agualusa, que explica que a união entre os dois países vai além das palavras.: “O Brasil, e o Rio em particular, é um território que também nos pertence de alguma maneira. O português carioca incorporou tantas centenas, talvez milhares de palavras de origem, de origem africana, caçula, bunda, que é uma palavra importante, é angolana, vem do quimbundo, directo”, afirma.

Destaque também para a cantora Mart’nália, que já esteve em Angola dez vezes, a última das quais na mais recente edição do festival Sons do Atlantico. A reportagem refere que as primeiras viagens ao nosso país foram realizadas com o pai, Martinho da Vila, sendo que ele foi um dos responsáveis por esta aproximação entre Rio de Janeiro e Luanda. “O Rio é muito Luanda. O samba vem do semba, e aí a gente fica cada vez mais próximo, os tambores, estamos cercados de tambores”, diz a cantora.

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