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Economia

Mais de 100 empresários japoneses em Luanda para discutir oportunidades de investimento

São 37 empresas japonesas, dos mais variados sectores de actividade económica, que marcarão presença em Luanda a partir da próxima segunda-feira para participar no primeiro Fórum de Negócios Angola/Japão, que terá como principal objectivo reforçar a cooperação entre os dois países.

:  Jantar com empresários japoneses.Curitiba 28-11-2013.  foto Mauro Frasson.
Jantar com empresários japoneses.Curitiba 28-11-2013. foto Mauro Frasson.  

O anuncio foi feito pelo Embaixador de Angola no Japão, João Miguel Vehekeni, em entrevista à Angop. Durante três dias, de 9 a 11 de Março, vários empresários dos dois países, entre os quais 117 japoneses estarão na capital angolana. A delegação japonesa integrará empresas como o banco Mitsubishi, considerado um dos maiores do mundo, assim como companhias farmacêuticas, agro-indústriais, e de indústrias vocacionadas para o fabrico de barcos e aviões pesados.

O responsável diplomático disse esperar que estas empresas, com vasta experiência e know-how, possam participar activamente no processo de diversificação da economia em curso no nosso país. Acrescentou ainda que no fórum serão promovidas conferências e reuniões singulares de redes de trabalho entre empresas dois dois países, bem como encontros entre ministros. Serão ainda discutidas oportunidades de investimento em vários sectores, como petróleo e gás, agro-negócios, transporte e logística, turismo, energia e águas, indústria e geologia e minas.

“O Japão tem conhecimento do crescimento económico do país através de informações vindas de vários relatórios internacionais, como do Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI), do qual faz parte e este fórum que realizaremos servirá para constatarem a realidade e potencialidades económica do nosso país”, referiu o responsável, citado pela mesma publicação. “Queremos expor neste fórum as potencialidades que Angola oferece para a construção de uma parceria segura entre os investidores nacionais e japoneses”, acrescentou.